quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Fernan10 faz gol e Aloísio desconta

Em seu primeiro jogo pelo Red Bull Brasil, o craque eterno alvinegro Fernandes deixou a sua marca. 

Em amistoso contra o São Paulo, Fernandes fez o segundo gol do time.

Ao final do jogo, Aloísio, jogando pelo São Paulo, empatou o jogo.

Informação do globoesporte.com

Abraço.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Que acabe 2012 e chegue logo a mudança


2012 acabou, mas para os torcedores alvinegros os reflexos continuarão existindo enquanto o time não virar o ano em campo.

O ano passado foi de muitas trapalhadas e não vou comentar aqui o que aconteceu porque todos estamos fartos de relembrar esse péssimo ano alvinegro.

Porém, 2013, depois de várias notícias ruins – saída de Wilson, Fernandes, Túlio, Renan Dalzotto, Chico Lins e a vitória nos bastidores de Wilfredo e MM Teixeira -, vem surgindo com tons de esperança (sim, a que é a última que morre).

Apesar de toda a catástrofe dos bastidores e da praticamente venda do Figueirense a empresários que pouco conhecem o mundo da bola, estes entregaram o alvinegro nas mãos de duas pessoas (Adilson e Leandro Nieuhes) que muito entendem e que, se puderem trabalhar livres, provavelmente farão grandes trabalhos.

Desde a contratação do Adilson, todos que se lembram um pouquinho do trabalho dele, já imaginavam a demissão dos ídolos (como ocorreu outrora com os então ídolos Édson Bastos, Bilu, Clébão, M. Goiano, entre outros).

Porém, também se sabe que o Adilson conhece muito e, se puder montar o seu time, provavelmente fará um bom trabalho. 

Sabemos, ainda, que lotará o time de volantes, os quais jogarão de laterais, meias e até mesmo zagueiros, mas que possuem grande chance de atuarem bem e fazerem a bola rolar, como foi em 2006, com o próprio Adilson como treinador e em 2010 com M. Goiano treinando o time.

Outro fato importante, é que é um treinador que chega com moral com a torcida. Qualquer outro técnico que viesse, provavelmente sofreria uma pressão insuportável em seus primeiros jogos e não obteria sucesso.

Já com o Adilson é diferente, por mais que o histórico do time seja ruim e a torcida esteja desconfiada, os primeiros jogos devem ser de apoio da torcida e esperança de uma bela campanha. Isso dará tempo para o treinador impor o seu ritmo de trabalho e entrosar o time.

Assim, apesar de todas as trapalhadas do ano anterior, acredito que o Figueira comece esse ano da maneira correta, com um treinador competente, contratando jogadores que entendem de futebol, são responsáveis e sem histórico de gostarem da “noite”.

Espero que não ocorra igual ano passado, que a cada derrota contratava-se mais um "perna-de-pau" e demitia-se o treinador.

Em fim, esse diretoria merece suas primeiras congratulações devido ao seu primeiro grande acerto depois de muitos erros. Que continue assim e abra o clube também para a democratização – que é assunto para depois, mas que é muito bem tratado pelo movimento Democracia Alvinegra.

Um abraço.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Figueira que eu conhecia se acabou

Acho que parte de todo o torcedor alvinegro a falta de vontade de falar sobre futebol. O figueira está triste, sem esperança, por mais que o Will fale que tudo vai melhorar, é difícil acreditar.

Bom, tentarei ter forças para voltar ao blog. De pronto, deixo o vídeo exibido pelo Jogo Aberto SC, que demonstra bastante do sentimento do torcedor alvinegro.



Importante ainda lembrar das postagens promovidas pelo Meu Figueira falando sobre o 1 ano do falecimento do blogueiro Ney Pacheco, que faz todos aqueles que se importam com um figueira melhor sentirem falta de um bom debatedor e jornalista do Furacão.

Até a próxima.

domingo, 30 de setembro de 2012

Voltando - DEMOCRACIA JÁ!!

Após muito tempo sem postar - 1 mês aproximadamente, tento voltar à ativa. Passei esse tempo longe em muito por conta de falta de tempo e agora as coisas estão se reestabilizando.

Bom, voltando, porém ainda esperando o planejamento para a série B.

No meu último post, coloquei toda a minha descrença com o time e com o clube, mas deixei claro que entendo que o futebol muda a cada jogo e as expectativas também. E isso ocorreu.

Logo após a minha postagem, o treinador Hélio dos Anjos foi demitido e, incrivelmente, o time se ajustou. Jogou bem, venceu, tem dado trabalho fora de casa, mas ainda falta algo. Falta segurança, o time parece ter medo de fugir do rebaixamento, parece receoso.

No entanto, não sinto ânimo para ficar comentando o futebol - dentro de campo. A situação alvinegra é muito delicada e precisa de muito cuidado e carinho da diretoria, algo que não vem ocorrendo.

Nesse último mês, acompanhei muito do Figueira pelos sites MeuFigueira.com, Infoesporte, ClicRBS e pelo Debate Diário da CBN, e a conclusão é única: os conselheiros estão perdidos, não sabem o que fazer.

Hoje, tive a oportunidade de ler a entrevista do Wilfredo Brillinger para o ClicRBS e me surpreendi com muitas coisa. Na verdade, acredito que sou cético e otimista ao mesmo tempo, se é que isso é possível. O investidor falou muitas coisas que não tinham vindo a público ainda, principalmente o motivo de sua briga em relação ao empresário Eduardo Uram. Pela entrevista, até passa-se a ideia de que Wilfredo-Presidente é uma boa.

Porém, não vou aqui me ater sobre ser o Wilfredo um bom Presidente, um bom alvinegro, ou não. 

Acredito que a missão nossa como torcedor (blogueiros, jornalistas e torcedores) é lutar por um Figueira mais estável. E isso não acontecerá no atual sistema, independente do Presidente que assumir. Para ocorrer um Figueira mais estável, precisa-se de uma fiscalização mais democrática, como vem propondo o Projeto Democracia Alvinegra


Precisamos de um Figueira em que o sócio-torcedor tenha direito de voto, direito de ser eleito e de um conselho mais aberto. Chega de voto censitário. Esse tipo de administração é antiga, ultrapassada e não convém com o atual estágio do mundo moderno.

Independente de Wilfredo virar Presidente na terça-feira ou não, precisamos abrir as portas do clube.

Em tudo que acompanhei neste último mês, minha grande conclusão é que o Conselho do Figueirense é formado por idosos que não mais se importam com o futuro do clube, querem curtir suas respectivas aposentadorias, curtir seus netos e bisnetos, passear pela europa, jogar uma peladinha quando der e, claramente, NÃO QUEREM SE ESTRESSAR COM UM CLUBE DE FUTEBOL E MANIFESTOS DE UMA TORCIDA.

Não os culpo, afinal, já fizeram muito pelo clube (sem qualquer tipo de sarcasmo) e merecem curtir a vida. Ninguém, com 70 anos de idade, precisa estar correndo atrás de ajuda para brincar de administrar um clube de futebol.

No entanto, há gente jovem querendo fazer isso. Mais do que isso, há gente jovem preparada, querendo inovar e modernizar o seu clube do coração.

Penso que a democratização do Figueira é essencial e, mais do que isso, é boa para todos: para os atuais Conselheiros, que precisam descansar, e para os Jovens torcedores, que estão sedentos por mudanças e cheios de novas idéias.

Rebaixamento para a série B ou não, isso pouco importa no atual momento. O importante é preparar o Figueira para que em breve possa ser um grande clube brasileiro que tenha estrutura própria e independa de bons ou maus presidentes, de grandes ou pequenos investidores. Chega de ficar sonhando com um empresário milionário que venha fazer caridade, vamos fazer por nós mesmos, vamos lutar pelo Figueira. DEMOCRACIA JÁ!!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Planejamento série B

A esperança de reviver o alvinegro do Estreito era uma boa classificação na Copa Sulamericana. 

Acho que é de consenso geral que o Figueira tem um elenco que não é bom, porém que deveria estar longe da lanterna do campeonato, talvez brigando entre a 10ª e 15ª colocação do Brasileiro. 

Mas, a zona é tão grande que está tudo impossível. Vamos aos erros que atrapalham o futebol - não vou comentar sobre as brigas políticas porque considero que tudo que o Diego Tainha e o MeuFigueira têm falado já bastam:

1) Treinador ruim. Sim, por mais que o elenco não ajude, o treinador não é nada mais do que um motivador, é um cara que parece ser "gentiboa", fala bem, porém não sabe arrumar um time taticamente. Gosta de inventar, colocar 300 volantes no time, improvisar volante em todas as posições e colocar zagueiro na posição de volante, ou seja, gosta de inventar e o que o Figueira mais precisa é de simplicidade tática. Tenho falado desde o início do ano, coloca 2 zagueiros, 2 laterais, 1 volante marcador (Jackson), 1 volante que sai pro jogo (Túlio), 2 meias (tanto faz, Almir, Fernandes, Lazaroni, Deretti, Roni, Botti) e 2 atacantes (tanto faz, ´Loco Abreu, Aloísio, Caio, J. César). A troca de treinador é urgente.

2) Diretoria. A zona que ocorre na diretoria, com briga entre parceiro, presidente e empresário é o PRINCIPAL fator de todos os problemas que tem acontecido esse ano. Sendo breve sobre eles, NÃO PODE EXISTIR ABSOLUTISMOS NO FUTEBOL. Há 200 anos o Absolutismo foi extirpado das sociedades ocidentais e sempre que apareceu foi terrível. Se não cabe na sociedade em geral, porque caberia num clube de futebol, onde tudo se move por paixão? Não importa quem vai ser Presidente, Patrocinador, Empresário, o que importa é que se reestruture tudo dentro do Figueirense. Independente de ser rebaixado ou não, precisa-se, urgentemente, de uma reestruturação geral no clube. Precisa-se dar direitos aos sócios, tirar o poder que está concentrado nas mãos dos idosos e conservadores e colocar na mão do povo (acho que já ouvi falar disso em alguma revolução anos atrás, né?). Fora Câmara dos Lordes, que venham os Comuns. Aliás, quem quiser, em vez de acessar qualquer blog alvinegro, leia cada dia uma postagem do falecido Ney Pacheco que você estará sempre atualizado sobre o Figueira.

3) Jogadores sem comprometimento. Sim, como eu já disse, qualidade técnica há, mas mesmo com toda a confusão, se os jogadores quisessem, eles estariam se esforçando e se organizando, independente de qualquer coisa. 

4) Falta de humildade. Depois do campeonato do ano passado, todos (torcida, jogadores, diretoria, comissão técnica e imprensa) acreditam que o Figueira passou a um patamar que não ocorreu. O Figueira continua sendo um dos pequenos da série A e deve entrar no Brasileirão pensando em evitar o rebaixamento. Ano passado só se falou em libertadores abertamente após a 30ª rodada. Esse ano, na 5ª rodada o Loco Abreu já veio falar em Libertadores. Humildade pessoal, Humildade.

Com isso tudo, o destino é quase certo. O rebaixamento é iminente. Porém, o futebol muda de rodada para rodada, se ganha o próximo jogo com certa qualidade, a reviravolta poderá ocorrer. Não se pode desistir enquanto dá tempo. 

Mas, de qualquer forma, deve-se buscar o planejamento para o próximo ano. Tem que se pensar sim em como serão as finanças para disputar a série B. Procurar um técnico que venha para produzir o time para o próximo ano e resolver logo os problemas da diretoria para que ano que vem, na A ou na B, a campanha seja ótima.

domingo, 12 de agosto de 2012

E veio a vitória

Com  o fim das Olimpíadas, volto a der importância para a piada do futebol brasileiro. Depois de ver um evento dessa magnitude como foi em Londres, percebe-se o quanto o esporte brasileiro (e, sim, incluo o futebol) está atrasado. Temos muito a evoluir ainda na organização de eventos esportivos e, infelizmente, duvido que isso aconteça rápido, visto que o nosso esporte é comandado por conservadores e pessoas que não pensam com a cabeça aberta e no bem do próximo. 

Há exemplos grandes no Brasil do descaso com o esporte. O país do Volei, não consegue manter ativo o seu clube mais vencedor dos últimos anos, depende exclusivamente da vontade de um patrocinador. O (ex)país do futebol, faz no seu principal campeonato, partidas com menos de 20% do estádio lotado. O time brasileiro que cedeu 3 jogadores para as Olimpíadas, continua tendo que jogar sem a presença dos mesmos, diminuindo consideravelmente a sua qualidade. O desorganização é tão grande, que o povo brasileiro sequer pode acompanhar os jogos olímpicos sem perder parte do nosso principal evento esportivo (série A, do Brasileirão). E assim, vão-se sucateando o esporte brasileiro.

Fora isso, voltando ao Figueira, veio a primeira vitória fora de casa, segunda no Brasileirão e que representa a quebra de um jejum. Veio na raça, meio desorganizada, mas com vontade, sobre um rival direto no rebaixamento. Importantíssima vitória. 

Mais importante ainda, porque foi sem a presença do Loco Abreu, demonstrando que o time não sofre de Loco-dependência, J.César-dependência. O time sofre de união, de paz, de garra e de entrosamento. Se o treinador Hélio dos Anjos conseguir ajeitar estes pontos, certamente haverá chances de escapar da degola.

O time ainda encontra-se muito bagunçado, dos 11 titulares, qualquer torcedor terá dificuldades em citar 6 deles. Sabemos que Wilson, Fred, Guilherme, Túlio (pelo que fizeram dentro de campo) e Loco Abreu (pelo que pode fazer) são titulares. O resto ainda briga por vaga. 

Não assisti o jogo de ontem, mas pelo que ouvi o zagueiro Gutti entrou muito bem. Elsinho, lateral direito, está chegando ao time e brigará por vaga com o lesionado Léo (que fez boa atuação no segundo-tempo contra o Flamengo). Jackson tá se firmando como primeiro volante e Claudinei chegou para colocar uma sombra nos volantes. Nos falta ainda, como sempre, meio-campos armadores; o F10 voltou. No ataque, várias escolhas, mas que precisam começar a fazer gol.

Há esperança, há uma luz no fim do túnel. Quem sabe, o segundo-turno venha para nos trazer vitória.

Quanto ao esporte olímpico brasileiro, ainda dependemos dos brasileiros, pois os Coordenadores das Federações esportivas estão muito atrasados.

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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Vai jogar!!

Ficar beijando símbolo de outro time, não fazer gols e só ficar provocando a torcida adversária não adianta nada. Quer beijar alguma coisa, primeiro vai jogar bola e fazer gol.

Valeu Olimpíadas

Tá difícil acompanhar o Figueira. Mais do que difícil, está chato e desesperançoso (se é que esta palavra existe).

É triste acompanhar um time que quando começa o jogo você sabe que a chance de perder é grande. Nunca fui um torcedor pessimista, em outros anos nunca acreditei em rebaixamento - inclusive em 2008 eu achava que nos safaríamos.

Mas, esse ano, se há esperança, ela pouco supera 1%; não pelo time, porque acredito que há qualidade técnica nesse time para ficar entre 8º e 12º, mas pela zona que está dentro do Figueirense.

Para todo esse desânimo, ainda bem que surgiram as Olimpíadas. Sequer digo que o desempenho do Brasil tenha me alegrado, mas é muito bom saber que qualquer esporte que você assistir terá qualidade técnica. É muito bom poder ver Bolt, Phelps, Cobe, Duran, Oscar Pistorius, Galvão e Renato M. Prado brigando, uma muçulmana participando do atletismo com o rosto coberto, seleção feminina de volei fazendo uma bonita revanche, seleção masculina de basquete jogando o fino da bola (por mais que seja eliminada hoje), o futebol tendo chance de ouro, atletas até então desconhecidos tornando-se campeões, ou seja, é muito bom ver a história mais uma vez acontecendo nas Olimpíadas.

Por toda essa beleza que representam as Olimpíadas, cheguei a esquecer do Figueirense, contra a Portuguesa somente ouvi o segundo tempo no rádio (tempo perdido) e acredito que hoje sequer comparecerei ao Scarpelli (por mais que seja sócio).

Nunca fui de abandonar o time, mas ainda não estou o abandonando, estou abandonando essa diretoria, que pensa ser maior que o Figueira e deixa os egos se inflarem.

Não conheço a parte interna do Figueira, por isso pouco comento sobre os assuntos políticos do time, para isso deixo que os leitores acompanhem o Meu Figueira e o Diego Tainha, que sempre trazem questionamentos interessantes.

Sobre o jogo de hoje: Precisa começar a jogar como time de série B - visto que estamos quase lá. Precisa de raça, vontade, dar carrinho, brigar. Se quer sair dessa, começa por uma vitória o mais urgente possível. Time tem, falta tranquilidade, raça e organização tática.

Fora isso, "o jeito é, dar uma fugidinha" para as Olimpíadas.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Falta qualidade no meio



"O meio campo é lugar dos craques que vão levando o time todo pro ataque." Um  músico e torcedor que acompanha futebol, Samuel Rosa, já falava há anos atrás que um time de futebol precisa ter craques no meio-campo.

Mas a realidade do Figueirense é outra, desde a Era Branco, se insiste num time composto por volantes. Duas são as razões: uma diretoria apagada que não contrata jogadores para onde há buracos no time e técnicos incapazes de fazer algo diferente.

A diretoria já demonstrou que não irá agir e não fará nada para mudar.

Mas aí entra a questão, cadê o treinador? Por que o Almir que fez uma excelente estréia, não joga mais tão bem? Cadê a categoria de base do Figueirense? Que todo ano revela algum jogador, que possui Jean Deretti e Guilherme Lazaronni. Por que não utilizá-la? Por que não treinar o J. César para atuar realmente no meio-campo, visto que possui um bom passe e um bom chute, mas já não tanta velocidade? Porque os técnicos insistem que a solução é sempre improvisar volantes?

São questões que pairam sobre a inércia atual dos treinadores brasileiros. Parece que todos deixaram de ser treinadores e técnicos, e viraram apenas administradores de elenco, no máximo motivadores.

Quero ver o Figueirense atuando com um meio-campo que tenha Jackson, Túlio, Deretti e Almir, podendo, por vezes, ter o Pittoni no lugar de um dos dois meias ofensivos, podendo ter o Guilherme Lazaroni buscando vaga no time titular.

Cadê o treinamento do Figueira? Cadê o olhar tático dos técnicos? Só motivação de nada adianta.

Espero que o Hélio dos Anjos saiba treinar um time de futebol, pois é isso que o Figueira precisa. Ajeita esse meio-campo aí Hélio.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Desordem geral

Antes de qualquer coisa, aconselho a leitura da postagem feita pelo Diego "Tainha" no Blog do Torcedor: Eduardo Uram está fora do Figueirense.

Com base nisso e no que divulgou o FutebolSC, dizendo que Adilson Batista não vem mais por conta da desordem interna que corrói o Figueirense, recuso-me a comentar sobre o futebol do Figueirense.

Recuso-me pois não há porque comentar algo que não vai bem e provavelmente não irá bem. Arrisco-me a dizer, infelizmente, que o caminho mais certo atualmente é o rebaixamento.

Há jogadores bons no Figueirense e teria tudo para com um bom técnico e uma diretoria unida (como parecia outrora) de se fazer um bom campeonato, brigando novamente na parte de cima da tabela. Mas não é este o caso: Ainda não há um técnico definido e provavelmente o que vier será fantoche do investidor, o que não foi aceito por Adilson Batista.

A saída de Eduardo Uram do Figueirense é um desastre.

Não é um desastre apenas por ter sido um empresário que trouxe bons jogadores, pois, nisso, apesar de ele fazer falta, poderá ser encontrado outro empresário com bons jogadores. Mas é um desastre pois demonstra o que vem acontecendo dentro do Figueirense.

Infelizmente tem gente querendo ser mais do que realmente é. Dinheiro é bom e ajuda, mas não é eterno e não é maior que o clube. Se o investidor se dizia torcedor do Figueirense e que estava la dentro para ajudar, hoje em dia está atrapalhando.

Quem é dono do dinheiro, deve investir, ser empresário e até mesmo buscar reaver o próprio dinheiro. Mas, quem é dono do dinheiro NÃO deve se meter na parte esportiva, na parte do futebol, pois assim o dinheiro não renderá bons frutos. 

Sr. INVESTIDOR, por favor não invente, você já impossibilitou a vinda de um dos melhores treinadores que passou pelo Figueirense Futebol Clube, talvez você  não saiba porque naquela época ainda não era "torcedor do Figueirense". Você não é dono do Figueirense. Os donos são os torcedores, que pagam a mensalidade, compram camisa e fazem o show acontecer. Você é um mero passageiro que ganha fama a custa dos outros. 

Infelizmente, o que o Ney Pacheco e o Diego "Tainha" diziam em seus blogs logo nos primeiros meses dessa nova gestão está explodindo agora. A nova gestão não mudou em nada a anterior. Não há mais democracia, não há reinvenções. Há sim mais dinheiro, porém com o mesmo modo de gestão,  buscando uma ditadura incompatível com o futebol. Felizmente, durante um bom tempo, houveram bons funcionários, como Chico Lins, Renan Dal Zotto e alguns outros em determinados setores que seguraram a barra de uma diretoria que permanece absolutista e que só coloca a "cara a tapa" quando o time vence. Na derrota, todos somem. E, pior, agora que o Chico Lins esteve enfermo, não houve quem segurasse a barra para os jogadores.

Talvez, a salvação, não esteja no treinador, mas sim na volta do Chico Lins que enquanto esteve fora, o time só decaiu.

A realidade do Figueirense é dura. O parceiro que ajudou durante muito tempo foi mandado embora, o dinheiro permanece. Será possível fazer futebol somente com dinheiro e sem conhecimento de jogadores? É aguardar para ver. 

Espero apenas que o Excelentíssimo Presidente Sr. Nestor Lodetti deixe de ser fantoche do seu amiguinho investidor e comece a bater na mesa, como algumas vezes o fez o seu antecessor - pois, quando deixou de fazer, se perdeu. 

Mais uma vez repito, o Figueirense é maior que todos eles. Eles são passageiros, o dinheiro porventura acaba, mas o Figueirense não.

Figueira jogou muito hoje!

Só que ao contrário.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Tchau Argel!!

Chega, deu pra ti.

Sei la, não da mais. Sair Ronny para entrar Luis Fernando? Sair Túlio para entrar o Coutinho??

Cadê a cobertura da defesa? O time não tem marcação nenhuma no meio campo, os zagueiros ficaram totalmente expostos. Além disso, um volante que foi contratado para marcar e não marca, ainda foi lá e fez um penalti dos mais estúpidos possíveis.

Tomar 3 gols do fraquíssimo Atlético Goianiense. Ficar 9 jogos sem vencer (parece a campanha do Mario Sérgio no Figueira no ano do rebaixamento).

Jogadores têm. Fred e Anderson são bons zagueiros. Guilherme bom lateral. Túlio ótimo volante. Almir bom meio-campo. Ronny, Caio, J. César ótimos atacantes. Wilson bom goleiro.

Mas e do que adianta? O time toma gol "como se não houvesse amanhã".

Como disse o Túlio, o Figueira "sequer merecia começar vencendo o jogo". Mas começou e, mesmo assim, foi incompetente até para segurar o resultado. Aliás, novamente e novamente e novamente o Figueira é incapaz de segurar um bom resultado.

Nos outros jogos, o Figueira foi capaz de perder jogando bem. Hoje, o Figueira perdeu jogando mal, quase sem jogar. Ainda, perdeu para o pior time tecnicamente da série A e, até agora, um dos piores que já disputaram a série A nos pontos corridos.

Bom, o momento é de raiva, é de desabafo de quem deixou de fazer coisa melhor para assistir um péssimo jogo de futebol, provavelmente um dos mais feios do brasileirão 2012. Fora Argel!! Fora Coutinho!! Fora Pablo!! Fora muita gente!!

Se é para colocar jogador ruim em campo, pelo menos coloque jogadores da base, que tem a chance de render algo para o clube e não para um empresário.

Amanhã faço uma análise melhor do jogo. Hoje a raiva é grande. Valeu Figueira por ressuscitar mais um defunto.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tudo errado

As informações do dia não são boas: Caio pode ser vendido para a Europa e Loco Abreu machucado. Além disso, Argel optou pela volta de Pablo na lateral direita e Ronny para a posição do Loco Abreu.

Somando a estes problemas, há a sequencia sem vitórias do alvinegro, além de toda a crise que tem se instaurado em decorrência disso.

Assim, finado o primeiro semestre deste ano, é possível concluir uma coisa: Se escapar do rebaixamento já estará de bom tamanho.

Apesar disso tudo, atrevo-me a continuar falando que o Figueira tem bons jogadores e até, talvez, um bom time que, porém, não sabe vencer.

E não sabe vencer porque está tudo errado. Aconteceu no início do ano o desmanche que a diretoria disse que não iria acontecer; foi contratado um técnico bunda-mole para o campeonato estadual que fazia os jogadores terem vergonha de sair a noite porque sabiam que podiam encontrar o treinador um "pouco alterado" no final da festa; os contratados para o estadual não vingaram (somente Guilherme Santos, Fred e Ronny continuam como titulares); o título estadual escapou de maneira trágica após um campeonato mal-jogado porém com bons resultados; as contratações para o campeonato brasileiro vivem machucadas; os bons jogadores continuam a ser vendidos (Ygor e, provavelmente, Caio) e o time, apesar de ter jogado bem muitos jogos, é amarelão.

Achar culpados para tudo isso? Não acho que seja o momento. As parcelas de culpa devem ser divididos entre todos: diretoria, treinadores, jogadores e até mesmo a torcida (que é chata pra cara*@#).

O momento é, na verdade, de buscar soluções. É de enfrentar o Atl. Goianiense (atual lanterna e com treinador interino) e vencer. Não importa como, mesmo jogando mal, com gol contra do adversário no último minuto, o negócio é vencer, afastar um pouco a crise e estabilizar o time.

Com a vitória, deve-se manter o time, não ficar mudando o time a cada jogo e a diretoria precisa contratar (pelo menos 1 lateral direito e 1 meio-campo). Precisa-se dar paz aos jogadores que estão mal - Pablo e Aloísio estão em péssima fase, mas se tiverem paciência, podem vir a serem úteis durante o campeonato. 

Não se deve esperar até as últimas rodadas do campeonato para que o grupo se una em pról da vitória, que a torcida resolva apoiar independente da situação e a diretoria ofereça fundos e mundos. O momento é agora, vamos apoiar, o grupo deve se unir e a diretoria deve buscar soluções.

Não é momento de destruir, e momento de reformar.

Não vejo como sendo momento para demissão do treinador. Se perder amanhã, provavelmente este será o caminho, porém não há treinadores bons no mercado. A única solução seria o retorno do Adilson Batista. Mas acho que não mudará muito, porquê, repito, o problema não é só o treinador, é goleiro tomando frango, atacante perdendo gol feito, jogador sendo expulso e fazendo penalti de forma idiota, diretoria fazendo negócios ruins e torcida atrapalhando o rendimento do time.

Vamos Figueira, ainda há tempo de se mostrar vencedor. Joga o amarelo de lado e vai pra vitória.

domingo, 15 de julho de 2012

Problema previsto

Como previsto na postagem anterior, o grande problema do Figueirense estava na continuidade do time que vem jogando.

Ontem, contra o Galo, não foi diferente.

O time demorou a se acertar em campo. Começou perdendo, apesar da partida ruim que apresentava também o Atlético-MG. Porém, o Figueira também jogava mal. Após tomar o gol, foi com vontade para o ataque, mas sem organização.

Com Caio jogando bem e Almir se acertando em campo mais para o final da partida, o Figueira foi melhorando e graças a uma jogada ensaiada (finalmente começamos a ver isso no Figueira) e a um lindo passe do Loco Abreu para o J. César, o Figueira conseguiu sair de campo vencendo.

E ai começaram os problemas. Na volta do segundo tempo, Almir teve que sair e dar lugar para o Ronny. Mesmo tendo entrado bem em campo, o time começou a ser modificado e a perder o conjunto que tinha ganho nos poucos minutos do primeiro tempo.

Mas, mesmo assim a vontade do Figueira era grande e o Atl. continuava sendo um time ruim. Chegou o 3x1.

Contudo, não sei se por cansaço ou por algum outro motivo o treinador alvinegro tirou o Loco e colocou o maluco Aloísio.

Foi-se o conjunto alvinegro, que passou a jogar com chutões e saiu de campo o jogador que segurava a zaga adversária. Somado a isso, a entrada do meio-campo Guilherme no time adversário fez o atletico vir para o ataque.

Porém, nada disso teria sido suficiente não fosse as deficiências individuais alvinegras. Primeiro, Wilson cometeu uma falha bisonha, digna de um goleiro de várzea. Apesar de ter créditos, o gol deu esperança ao adversário e o goleiro alvinegro deve assumir a culpa no resultado. Depois, logo após o gol, o atacante Aloísio que passa por péssima fase perdeu um gol sozinho contra o goleiro, daqueles que nem o pior dos atacantes perderia (digno de Inacreditável Futebol Clube). Se fizesse o gol, certamente teria freado a reação adversária.

Ou seja, apesar de todos os problemas, ainda foram os erros individuais que prejudicaram o Figueira.

De qualquer forma, é preciso tentar manter um time por jogos seguidos. E isso não tem acontecido.


sábado, 14 de julho de 2012

Erro de continuidade

*Após quase uma semana sem postagens, por compromissos extras, volto a postar no blog. Tentarei ser mais assíduo na semana seguinte.

O título "Erro de continuidade" refere-se a um nome utilizado nos meios televisivos, que podem ser entendidos como "erros não condizentes com a história ou a linha temporal, a partir de partes do mesmo episódio ou de outros episódios" (lostpedia).

Diferentemente desta definição, utilizo aqui esta expressão para definir o Furacão do Estreito nesta série A de 2012.

Digo isso porque se pegarmos a escalação alvinegra em cada um dos 8 primeiros jogos do campeonato , provavelmente não se verá uma só escalação repetida do alvinegro. E isso decorre de diversos fatores:

  1. Time muito faltoso e que recebe muitos cartões;
  2. Fragilidade física que ocasiona muitas lesões;
  3. Falta de confiança do treinador no seu próprio trabalho para escolher uma só opção tática;
  4. Falta de opções para o time, principalmente no meio-campo.
Analisando o elenco do Figueira bem como os jogos que tem feito, percebe-se que a situação não é de todo ruim. No entanto, o time segue tendo mudanças drásticas a cada jogo. Por exemplo, ainda sequer definiu-se se a tática é o 4-3-3 ou o 4-4-2. 

Entendo que faltam jogadores no meio-campo para que se consiga manter um esquema tático, mas o treinador precisa buscar a manutenção do time.


Hoje, novamente, houveram diversas mudanças. O meio-campo que antes era composto por Doriva-Túlio-Marquinhos-Fernandes, agora terá Doriva-Fabiano-Almir. Além de mudarem as peças, mudou-se a quantidade de jogadores. O mesmo ocorre no ataque, com a entrada de Loco Abreu.

Até entendo que esse possa vir a ser o time ideal, mas eu não devo achar nada e sim o treinador precisa ter certeza. Como dito, já estamos na 9ª rodada e ninguém sabe ainda o time ideal, ou pelo menos o favorito do Argel.

Isso não é bem uma crítica a ele, mas sim a falta de confiança que ele tem no próprio trabalho. Acho que o time passou a jogar bem sob o comando dele, mas ainda precisa de estabilidade.

Outros fatores importantes é que o time precisa receber menos cartões e os laterais precisam começar a avançar até a linha de fundo, principalmente agora que temos um exímio cabeceador no ataque.

As expectativas para o jogo de hoje são boas. Mas, para serem para o restante do campeonato também, precisamos que o time esteja mais unido e o técnico mais confiante.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Loco Abreu e a competência do Figueira


Com a confirmação da contratação do Loco Abreu oficialmente pelo Figueirense (Loco Abreu é do Figueira), não há mais tempo para ressaltar os contras, agora, até que surjam novos fatos, são só prós.

São somente prós porque era isso que a imensa nação alvinegra desejava. Podiam haver alguns ceticistas, mas a grande maioria desejava essa contratação.

E ela é de tamanha importância, que estavam na briga, segundo a mídia nacional, Santos, Cruzeiro, Coritiba entre outros dos maiores clubes do país.

Isso demonstra a atual força do Figueira, que apesar de não ser financeira, é de qualidade. É de competência no pagamento em dia, nos objetivos e na organização. O Figueira não é mais um time que contrata por contratar, mas é um time que espera o jogador certo e tenta não fazer loucuras.

Fora isso, ainda ressalto a importância da contratação em termos de marketing. Talvez não um marketing que trará lucros imediatos, mas com certeza expandirá a marca alvinegra por, no mínimo, a América do Sul.

É uma contratação que, guardada às devidas proporções e mudando o que tiver de ser mudado, pode ser comparada à contratação do Ronaldo Fenômeno pelo time do Corinthians.

Assim como no caso do Ronaldo, "El Loco Abreu" vem para o Figueira com muito marketing atrelado, sendo a maior contratação da história de Santa Catarina, assim como o Ronaldo foi a grande contratação da  história dos clubes brasileiros (pelo menos à época).

Como Ronaldo, espera-se que a contratação do Washington Sebastián Abreu Gallo (sim, esse é o nome dele) traga títulos, gols e grande destaque midiático para o alvinegro do Estreito. Porém, da mesma forma é um jogador em final de carreira que busca os seus últimos suspiros no mundo do futebol.

No entanto, ele tem uma diferença. Enquanto o Fenômeno já estava longe de ser convocado para a seleção Brasileira (até porque foi campeão de tudo que era possível na seleção), o Loco busca no Figueira a possibilidade de se manter na seleção Uruguaia.

Ano que vem haverá Copa das Confederações no Brasil, com participação da seleção Uruguaia, e o atacante do Figueira irá fazer de tudo para estar nesta convocação e nas convocações para as eliminatórias sul-americanas. E, se ele estiver presente nesta Copa das Confederações, será mais uma vez um grande destaque para o Figueira.

E, com certeza, assim como muitos corinthianos tem diferenciado a história deles entre pré-Ronaldo e pós-Ronaldo, espero que o Loco Abreu possa ser igualmente um divisor de águas para o time do Figueira. Mas, para isso, precisará de muita atuação conjunta da diretoria do Figueira.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Loco Abreu + outros

A derrota alvinegra na última rodada do brasileirão foi completamente abafada pela grande possibilidade de vinda do atacante Loco Abreu para o Furacão.

Segundo informação do Twitter do comentarista Sérgio Murilo e divulgada pelo blog Manto Alvinegro, o negócio já está fechado. Porém, eu sou daqueles céticos, que acreditam somente quando a diretoria anunciar e dizer que ele passou nos exames médicos.

De qualquer forma, analisando ainda a possibilidade da sua vinda, ouvi durante essa semana muita gente empolgada, porém muita gente receosa com alguns argumentos que até possuem fundamento, tais como: Um salário tão alto racharia o grupo; o Loco é um jogador velho e lento; o Figueirense não terá condições de pagar seu alto salário; não há o costume no Figueira de jogar com um centro-avante de área... entre outros.

Bom, vamos por partes.

Sobre ele causar um racha no elenco, não acredito. Visto que, como já dito na mídia televisa e de rádio, somente jogadores muito burros se sentiriam ofendidos com um salário alheio. Primeiro, porque o salário é questão pessoal, cada um tem o salário que merece e que fez por merecer durante a carreira. E, segundo, porque tudo de bom que o Loco fizer no Figueira, refletirá nos demais atletas do elenco; cada gol que ele fizer, terá junto a marca do que deu assistência; se ele for artilheiro e o time tiver boa campanha, os demais jogadores serão recompensados com bons contratos e um estopim na carreira.

Tampouco acredito que ele ser velho ou lento prejudicaria o time, pois a sua característica durante toda a carreira foi de ser um jogador que fica mais presente na área, brigando com os zagueiros e se posicionando bem. Sua característica não é prejudicada pela, tal, vez, deficiência física decorrente da idade.

Quanto à questão financeira, o Figueirense, desde 1999, adquiriu o costume de ser conhecido como um clube que paga as suas dívidas e paga em dia, portanto, não creio que a diretoria fará uma "loucura".

Quanto ao costume do Figueira, só digo que os costumes podem ser mudados, desde que o "argumento utilizado" seja bom.

Além disso tudo, vejo como muito boa a contratação do atacante Uruguaio por ser Floripa uma cidade cheia dos seus compatriotas, assim aumentando a possibilidade de crescer a quantidade de torcedores alvinegros na cidade, bem como o marketing que será feito com o jogador será de extrema importância para o time.

Lembro ainda que em 2013 o Uruguai participará da Copa das Confederações e há grande chances de El Loco ser convocado, o que seria muito bom também para o Figueira.

E, finalizando, vejo o Loco Abreu como um ótimo jogador que fazendo dupla de ataque com J. César poderá solucionar 99% dos problemas ofensivos alvinegros.

Mercado Alvinegro

Essa semana ainda foi anunciada a contratação do meio-campo Caio. Não vou fingir aqui que o conheço, no entanto, pesquisei um pouco na internet sobre o jogador. 

Apesar de alguns alvinegros estarem falando que ele é o substituto do Maicon ou do Botti, não foi isso que pareceu nas pesquisas. Pelas pesquisas ele parece ser uma espécie de Léo Gago (ex-manguezal) melhorado. Diz-se que marcava muitos gols de fora da área pelo Palmeiras e tinha um bom passe. Acredito que a finalização de longa distância é de suma importância, visto que o time atual não possui ninguém com essas características.

Ainda fala-se em Eduardo, lateral direito do JECa. Também conheço pouco do seu futebol, visto que no campeonato catarinense jogou bem, mas o nível do torneio era fraco. Na verdade, será uma aposta, assim como foi o Bruno - vindo do fraco Juventude. Torceremos para que funcione.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Bela iniciativa

Os clubes no Brasil, em geral, se vangloriam por fazer belas ações de marketing, as quais trazem muito dinheiro para o time. No entanto, na hora de fazerem ações sociais, são poucos os que são capazes de fugir do senso comum e realizar ações diversas da "Campanha do Agasalho" e "Doação de alimentos". 

Neste sentido, é importante destacar a iniciativa do time do Vitória, da Bahia. 

Para conhecer a campanha, acesse o este link em que o Globoesporte.com fez uma bela matéria explicando a campanha do time baiano.

Resumindo, a campanha consistiu em tirar as listras vermelhas do uniforme do time (que antes era rubro negro), deixando-a alvinegra. Para que o time volte a ter listras vermelhas, tudo dependerá da solidariedade da torcida. Cada listra será recolada ao atingir-se uma meta de doações de sangue pela torcida do time.

Sinceramente, vejo essa como sendo uma das mais interessantes ações que um time brasileiro já fez, comparável àquela do Barcelona ao colocar a marca da Unicef no uniforme.

Que seja um exemplo a ser seguido por todos os times do país, que busquem não só o espetáculo do futebol, mas também a saúde e o bem-estar da população.

Parabéns ao Vitória.

Notas - Palmeiras x Figueirense

Wilson: Não teve culpa nos gols, mas, de qualquer forma, tomou 3. Nota 6.

Coutinho: Não comprometeu - e só. Nota 6.

Canutto: Esteve muito estabanado no jogo, teve uma partida ruim. Nota 5.

Anderson: Do setor defensivo, foi o mais seguro. Nota 7.

Guilherme: Bela jogada no gol do Figueirense. Ofensivamente é sempre muito importante, defensivamente não comprometeu. Nota 7,5.

Doriva: Surpreendemente teve uma partida razoável, com uma saída de bola boa. Porém, comprometeu na marcação da bola aérea. Nota 6,5.

Túlio: Está sobrecarregado na armação do time, principalmente com a lesão do Almir. Tem jogado bem, porém precisa de companheiros que o ajudem. Nota 7.

Botti: Sem um camisa 10 auxiliando (visto que o F10 jogou mal), não repetiu a atuação do jogo contra o Bahia e precisa aprimorar a parte física para evitar mais lesões. Nota 6.

Fernandes: Sumido no jogo. Não é jogador para momentos esporádicos. Se for jogar, precisa de sequencia, se não, nem coloquem ele. Nota 5.

J. César: Golaço. Além disso, está cada vez mais em forma e tem jogado muito bem, porém está sozinho no ataque. Nota 8.

Caio: Tem que aparecer mais no jogo, por vezes, sequer percebe-se sua presença em campo.

Aloísio: Precisa ter paciência e sabedoria na hora de finalizar. Sua grande característica é fazer gol, então precisa fazê-los. Nota 5.

Pittoni: Jogo razoável, porém não foi capaz de modificar o jogo. Precisa de mais sequencia, visto que estava desde 2011 sem jogar. Nota 6.

Ronny: Precisa readquirir a confiança no seu futebol. Não tem sido nada mais do que razoável e a sua presença em campo precisa ser mais do que isso. Nota 5,5.

Argel: Sem ter muitas alternativas para escalar o time, tem feito o que pode. Precisa, dentro do possível, dar mais sequencia aos jogadores que considera titular e dar confiança aos atacantes. Nota 5,5.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Nova derrota e a situação complica

Virtualmente, é possível dizer que o Figueira atualmente é o 19º colocado na tabela do Brasileirão. Isso porque, atrás dele, a tendência é que só permaneça o Atlético Goianiense, visto que Corinthians, Santos e Palmeiras devem ainda se recuperar durante o campeonato e brigar no topo da tabela.

Apesar dos péssimos resultados recentes, ainda não se instaurou o caos no estádio Orlando Scarpelli pois o time tem jogado aparentemente bem. 

Contra o Palmeiras, a exibição no 1º tempo foi boa, sem muitos riscos e com o Figueira atacando e tendo boa posse de bola. Já no segundo tempo, tudo desandou.

O jogo.

O Figueira entrou em campo com um time bem modificado em relação ao último jogo, visto que saíram Pablo, Ygor, Almir e Aloísio do time titular. 

De todas as ausências, a mais sentida pelo time foi a de Almir. Isso porque o Fernandes entrou mal em campo, muito lento e pouco aparecendo para auxiliar o time. Ressalto que os dois únicos bons jogos do Figueira no ano de 2012, foram com o Almir em campo (Cruzeiro e Bahia). 

A ausência do Ygor acredito que foi pouco sentida, visto que o Doriva (apesar de ser o Doriva) entrou bem no jogo, auxiliou na marcação e teve boa saída de bola - porém, falhou na marcação no primeiro gol do Palmeiras.

Já a saída do Aloísio também pouca falta fez, visto que o esquema no 4-4-2 deu mais consistência ao meio-campo e possibilitou maior posse de bola ao alvinegro.

Coutinho pela direita não comprometeu (e só).

Com o Guilherme Santos fazendo um bom primeiro tempo e jogando junto com o Botti, o Figueira dominou a lateral esquerda e partiu para cima do Palmeiras. 

No entanto, essa força não durou a partida toda - como já acontecerá em outros jogos do campeonato - e o Figueira voltou mal para o segundo tempo.

Além disso, destaco a má atuação do zagueiro Canutto, que esteve perdido em campo e dificultou bastante a tarde alvinegra.

Não há mais tempo para ficar chorando o leite derramado, então é bola para frente que no próximo jogo o vide-líder visitará o Scarpelli e o Figueira precisa da vitória. Com a provável volta do Almir ao time e um meio-campo mais entrosado, visto que terá uma semana inteira para treinar os novos jogadores, a esperança é de um bom resultado (e não só um bom jogo) contra o Vasco, que apesar da vice-liderança está passando por uma fase mais conturbada nos egos do elenco.

Situação do Argel.

Não vejo o treinador estando com o cargo ameaçado ainda. Apesar dos resultados, ele já conseguiu dar um padrão de jogo ao time e está sofrendo com a venda de jogador e a lesão de outros. 

Acredito que o trabalho do Argel ainda renderá bons frutos ao alvinegro, porém ele precisa tomar cuidado para não criar um racha no elenco. É visível já a falta de confiança que está acometendo ao Caio, Aloísio e Ronny, que claramente perderam prestígio com o treinador. 

Além disso, apesar de ser bom para a imprensa e para nós torcedores, não concordo com treinador que fica dando entrevista coletiva e pedindo reforços para a diretoria. Isso é questão para ser tratada de forma cautelosa e com cuidado para não desgastar o elenco. O Argel já deu duas entrevistas falando que pediu à diretoria 4 reforços e ainda faltam 3, dos 4.

Apesar da demora, acho que a diretoria está agindo certo e tentando procurar jogadores qualificados, e não apenas contratando por contratar e inchando o elenco, como foi feito em outros anos e vimos um péssimo resultado (como em 2008 e 2009).

Agora é esperar mais uma semana de andanças e ver se o Figueira realmente explodirá a bomba e trará o jogador Loco Abreu, que será uma ótima contratação, se vier.